Flores impecáveis, lagos cuidadosamente planejados e a arquitetura em estilo bávaro fazem de Gramado um cenário à parte do Rio Grande do Sul
O parque J. R. Bier, tem 1700 m² e no meio do lago tem uma pequena ilha.
Dica: Leve cuia e garrafa térmica - neste passeio, o ideal é sentar e beber chimarrão.
Parque J R Bier
O nome Lago Negro é devido à sua história: após um incêndio que arrassou a mata da região, um tal Leopoldo construiu este lago decorando suas margens com árvores importadas da Floresta Negra da Alemanha.
Lago Negro
Somente em Tiradentes-MG e em Bento Gonçalvez-RS tem passeio de Maria Fumaça: na versão do sul, são 23 km o percurso entre Bento Gonçalvez até Carlos Barbosa (passando por Garibaldi). Ao todo 1:30h de viagem de trem com degustação de vinho e coral de canções italianas.
Visitando vinículas em Bento Golçanvez, aprendi que varietal são vinhos feitos com uma única variedade de uva. Vinho de diversas uvas diferentes este se chama Assemblage. Comentário para quem quer se fingir de entendido em vinho...
Vinícula Aurora
O jardim da Serra Gaúcha é esta cidade de Nova Petrópolis, pois é uma das cidades mais floridas da região. A cultura germânica está presente em todo lugar. Na cidade tem um maravilhoso parque - Aldeia dos Imigrantes - e lá fica um museu ao ar livre com dez casas antigas, construídas nos primeiros tempos da imigração alemã na Serra.
Parque Aldeia do Imigrantes
Neste caso, a dica gastronômica é simples: salsicha com mostarda preta!!! Na cantina do parque tem.
Em Canela, (a origem do nome é a árvore caneleira que de tão grande os tropeiros antigamente a usavam para descansar dentro) há o parque do Caracol com a incrível cascata de 131 metros. Para descer até o fim da cascata, você tem que descer 927 degraus!!!! Cansa... principalmente na subida da volta.
Cascata do Caracol
Em Gramado além dos tradicionais fondues, o menu é composto de salame, queijo colonial, suco de uva, cuca, e pães caseiros que você pode degustar fazendo um passeio pelas raízes coloniais e visitando o moinho do Nelson ou a casa da Dona Zulmira (que canta pros turistas!)
Na ordem: onibus pra ir pra região colonial, Tia Zulmira e parentes cantando
e Nelson contando história.
Cuca da Tia Zulmira
- 2 1/2 xicaras de farinha de trigo
- 6 colheres de açúcar
- 1 colher de fermento flechmann
- 2 colheres de banha
- Raspas de limão
- 250 ml de leite morno
- 2 ovos
- 1 pitada de sal
- Farofa:
- 1 xícara e 1/2 de farinha
- 1 xícara e 1/2 de açúcar
- 1 colher de chá canela em pó
- 2 colheres de banha
A tal da cuca
- Misture o fermento com 1 colher de açúcar e metade do leite e deixe levedar por 30 minutos
- Misture os outros ingredientes com o fermento e misture em uma tigela com a farinha, (a massa fica pegajosa)
- Coloque em uma forma untada com auxílio de uma colher, deixe crescer, regue com a farofa e leve para assar por aproximadamente 30 minutos
- Farofa: misture os ingredientes com as pontas dos dedos e coloque em cima da massa








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